Estudos e Pesquisas realizados pela Hamilton Fonseca Consultores & Associados.

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  • Curitiba tem Auto Suficiência de Executivos
    Anúncio na Gazeta mostra nível profissional no PR
    Parceria e Apoio FIEPDEC (Federeção das Industrias do Estado do Paraná- Departamento Economico) O anúncio publicado na Gazeta do Povo. no dia 12 de novembro. pela Hamilton Fonseca Consultores & Associados, procurando profissionais altamente qualifica- dos para assumir a gerência geral, de uma grande empresa que está se instalando na Cidade Industrial de Curitiba. acabou surpreendendo o anunciante. O número de pessoas que se apresentaram em resposta ao anúncio foi muito além do previsto. comprovando a eficácia das páginas da Gazeta do Povo. Mais ainda. ao iniciar a seleção, a em- presa de consultoria constatou que as respostas revelaram o alto nível dos candidatos. mostrando que Curitiba possui um quadro de pessoas de alta qualidade, em nada perdendo aos grande centros empresariais do Brasil, como Rio ou ao ou São Paulo. O próprio Hamilton Fonseca, que passou os últimos dias em Curitiba, explica que a empresa que solicitou a seleção de pessoal é muito exigente, tem atuação no Brasil inteiro e começa a operar na Cidade Industrial a partir de março no setor de armazenagem e distribuição, instalando o primeiro centro de armazenagem alfândega do - ou seja - atuando como porta de importação e exportação. Inicialmente a empresa recomendou que fossem contratados os altos executivos em São Paulo, mas a Hamilton Fonseca Consultores sugeriu avaliar inicialmente o nível dos executivos paranaenses. No anúncio se exige, entre outras qualificações, o domínio do idioma inglês e espanhol, experiência comprovada de no mínimo de quatro anos no setor de armazenagem, importação/exportação, marketing e administração, entre outros conhecimentos. Mais de 150 executivos de alto nível se apresentaram com a qualificação exigida - a maioria deles curitibanos de nascimento, e alguns poucos com outras origens mas residindo no Paraná. Foi feita uma seleção inicial de 25 nomes, e destes será escolhido o gerente geral para a empresa. A empresa Hamilton Fonseca Consultores, por sua vez, tem procurado inovar na seleção de executivos. A opção de buscar e avaliar o mercado paranaense - ao invés de importar logo um executivo de São Paulo, foi Discutia com o cliente. As vantagens são inúmeras incluindo ambientação da família, mudanças e outras. Satisfeito, o consultor Hamilton Fonseca está certo de que a opção foi a melhor, com resultados muito além do esperado. Já na seleção, além da qualificação exigida para o cargo, a consultoria vem inovando, aplicando meios alternativos como o grafopsicograma circular, para avaliar o potencial de trabalho dos candidatos. e a bioenergética. para melhorar a produtividade destes profissionais, evitando situações de estresse. Os resultados têm sido superiores, garantindo à empresa um trabalho constante para atender na seleção de executivos de alto nível para indústrias corno a Klabin. Philip Morris, Danone, entre outras.


  • "O executivo brasileiro é bem mais flexível"
    (síntese da pesquisa publicada na Gazeta Mercantil - Edição do Paraná e na Revista Papel e Celulose).
    Tendo vivenciado por várias décadas as turbulências de uma economia instável, o executivo brasileiro aprendeu a “dançar conforme a música” e sua flexibilidade serve como referencia no exterior. Há 22 anos atuando no segmento de consultoria em recursos humanos, o headhunter Hamilton Fonseca vem analisando e interpretando dados que representam traços da cultura empresarial brasileira,em particular aspectos que caracterizam um modelo gerencial próprio, formado durante as fases turbulentas da economia que tanto impactaram no vida das empresas e na gestão dos negócios.Em outras palavras, os longos períodos de instabilidade,as pressões inflacionarias,o excesso de intervenções na economia,entre outros,contribuíram para formação de um estilo gerencial adaptável a essa bateria constante de intempéries.Não é sem razão que muitas multinacionais consideram o Brasil rota obrigatória para aperfeiçoamento dos seus executivos. O estudo que apresentamos não pretende ser dono da verdade em suas conclusões, mas procura sugerir reflexões sobre momento de ajuste e crescimento do Pais e,em particular,os aprendizados adquiridos nos períodos de adversidade.A partir deste estudo, por exemplo,pode-se apostar nas melhores condições de adaptação dos executivos brasileiros e em sua plena capacidade para ocupar com eficácia postos de comando nas organizações.São mais flexíveis e adaptáveis `as condições turbulentas das economias globalizadas. A metodologia adotada:aproximadamente 300 executivos que passaram por processos seletivos para posições gerenciais e de diretoria, expostos a entrevistas e exames grafotecnicos ,registraram as suas impressões sobre os seguintes temas:impactos da globalização e da nova ordem econômica internacional no sistema empresarial brasileiro,projeto de vida, plano de carreira,aspectos estruturais de suas competências & habilidades e adaptação permanente`as implacáveis exigências do “novo” mercado de trabalho.Dessa amostra, sendo aproximadamente 190 executivos brasileiros e os demais expatriados,obteve-se com a somatória e cruzamento de dados,três perfis.São eles: A)segurança, B) reconhecimento, C) autonomia.Os executivos mais identificados ao perfil A são menos propensos a correr riscos, típicos carreiristas são pouco empreendedores e pro-ativos.Os executivos mais identificados ao perfil B são mais propensos a correr riscos, embora demandem monitoramento de suas ações .Os executivos mais identificados ao perfil C se sentem capazes de alçar vôos mais altos e necessitam de autonomia para utilização plena de suas capacidades e potencialidades.São empreendedores audaciosos na hora de correr riscos para atingir os objetivos da empresa.Acreditam que correr riscos faz parte do jogo ganha x ganha. No perfil A há uma forte predominância de executivos estrangeiros, que adotam uma postura mais defensiva e cautelosa,devido possivelmente a condição de expatriados.Diminui a presença de executivos estrangeiros nos perfis B e C. No perfil C e expressiva a presença de profissionais brasileiros que buscam estrategicamente novos desafios. Conclusões:o novo cenário quer contar com profissionais que sejam, antes de tudo,empreendedores diante das transformações do mundo,das empresas e do trabalho. Devem primar pela auto-confiança, capacidade de assimilar o que acontece 360o graus ao seu redor e captar o que está por acontecer.Ou seja, devem ser auto-motivados e capazes desenvolver liderança a partir da transparência, ética e engajamento.Afinal, reagir`as mudanças não significa mudar,mas apenas adaptar-se a elas.Mudar, de fato, significa antecipar-se `as mudanças. Hamilton Ferreira Fonseca,é diretor geral da consultoria que realizou este estudo,atua no segmento de consultoria em recursos humanos há aproximadamente 22 anos,14 dos quais com escritório próprio na área de seleção de executivos.A consultoria que dirige foi uma das pioneiras na utilização de exames grafotécnicos e software comportamental para avaliar traços de personalidade e potencial de executivos. Com escritórios em São Paulo e Paraná, a consultoria firmou parcerias com a FIEP-Federação das Industrias do Estado do Paraná,IBEF-Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças-Regional Paran e ABRH-PR-Associação Brasileira de Recursos Humanos-Seccional Paraná,visando a realização de seminários e divulgação de estudos sobre auto-suficiência de executivos no Paraná.